Quase todo mundo já ouviu a piada: “Não tem no Google? Então não existe!”. No livro “O Que a Google Faria?”, o proprietário de um dos blogs mais populares e respeitados da web sobre internet e mídia, Jeff Jarvis, defende exatamente isso. O autor mostra como pensar de maneiras originais, enfrentar novos desafios, resolver problemas com soluções criativas, enxergar oportunidades e entender com outra perspectiva a estrutura da economia e da sociedade, ou seja, ver o mundo como o Google o faz. Clique AQUI para continuar lendo na Folha On Line.
(…) O craque passou a ser sinônimo daquela pessoa que supera os níveis de excelência. Significa aquela pessoa, jogador ou trabalhador, que faz além do que é exigido para alcançar o resultado de uma maneira que ninguém mais consegue fazer. E o mais intrigante é que ele faz isto como se fosse a coisa mais fácil do mundo. O craque tem estilo próprio, ele é criativo, inovador e é capaz de deixar sua marca registrada e ser lembrado por ela.
O Craque representa o que todos nós gostaríamos de ser ou de saber fazer. Fundamental como exemplo e modelo a ser seguido, sua conduta deve ser incorporada nas grandes organizações atuais para representar diferencial competitivo e inovador que, como os craques, deve ser seguido por todos. Clique AQUI para ler o artigo completo na revista Você SA.
Você SA | 2/2/2010 | Em maio do ano passado, o engenheiro civil mineiro Marcelo Miranda, de 32 anos, voltava de uma temporada de quase dois anos de estudos na Universidade Stanford, na Califórnia, onde fazia mestrado em administração e negócios, para um ciclo de entrevistas de emprego no Brasil. Como queria regressar ao país após a conclusão do curso, ele vinha mantendo contato com amigos e ex-colegas de trabalho.
Antes mesmo de desembarcar no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, tinha 17 conversas agendadas com executivos de grandes multinacionais. No final de sete dias de reuniões, cafezinhos, almoços e jantares, Marcelo recebeu 13 propostas de emprego para trabalhar em grandes empresas brasileiras e multinacionais com escritório no país. Marcelo, no entanto, acabou optando por trabalhar numa empresa pequena, desconhecida e cuja sede fica em Porto Velho, Rondônia — a construtora BS, fundada pelo catarinense Sidnei Borges dos Santos, de 34 anos, que começou a vida como pedreiro. Clique AQUI para continuar lendo.
Um paciente diz ao psiquiatra:
- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. Venha três vezes por semana e eu curo este problema – diz o psiquiatra.
- E quanto o senhor cobra? – pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão – responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar – conclui o sujeito.
Passados seis meses eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? – pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, dois anos = R$ 37.440,00. Ia ficar caro demais. Aí um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? – pergunta o psiquiatra.
- Por 10 paus ele cortou os pés da cama.
Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples. Há uma grande diferença entre foco no problema e foco na solução. Concentre-se na solução ao invés de ficar pensando no problema. Colaboração de Florismara Santos.
Folha Onine | Ex-catador de latas e garrafas, Jair Martinkovic aprendeu no lixo como poderia fazer um computador para estudantes em 24 parcelas de R$ 9, com acesso a internet e garantia de um ano. E, mesmo assim, ganhar dinheiro. O valor à vista é de R$ 199.
Essa é mais daquelas inovações que mostram como se pode, em educação, fazer muito com pouco –o detalhamento da história está no www.catracalivre.com.br.
Ele convenceu grandes empresas a lhe dar os computadores velhos que iriam ficar jogados em um depósito. Com todo esse material, montou uma empresa de remanufatura –ou seja, o computador saiu dali recauchutado. Apesar das limitações, dá para entrar na internet e serve para estudo.
Convenceu então uma universidade privada a comprar as máquinas e revendê-las a seus alunos em 24 prestações –e, depois, poderia até comprá-las de volta.
Essa é daquelas pequenas e grandes soluções. Os computadores não vão para lixo, ou seja, contaminam menos o ambiente e, ao mesmo tempo, os estudantes poder aprimorar seus estudos e tirar benefício da internet. Afinal a tendência é a banda larga se disseminar pelas classes mais pobres.
O setor do turismo vive um momento de glória, com o crescimento de 15% no ano passado e uma expansão semelhante prevista para este ano. A escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo, em 2014, e da Olimpíada, em 2016, deve atrair milhões de turistas estrangeiros durante os eventos e nos anos seguintes. Mas o grande mercado, na avaliação do ministro do Turismo, Luiz Eduardo Barretto Filho, está dentro do Brasil e nos países vizinhos. Ele ainda vê muitas oportunidades de negócios com a nova classe média, que passou a viajar e engrossar o mercado de turismo local. “O governo vai fazer os investimentos em infraestrutura, e o setor privado vai aproveitar as oportunidades. O turismo representa apenas 2,6% do PIB. Podemos crescer bastante”, afirmou Barretto Filho à DINHEIRO. O setor hoteleiro já está se mexendo: estão em andamento investimentos da ordem de R$ 10,9 bilhões para a construção de 230 novos hotéis no País. Confira, a seguir, a entrevista.
DINHEIRO – O Brasil bateu no ano passado o recorde de passageiros em voos domésticos, com 50,5 milhões até novembro. Não houve crise nesse setor?
LUIZ EDUARDO BARRETTO FILHO – Tivemos um crescimento em torno de 15% em 2009. Isso mostra uma imensa vitalidade do setor, especialmente no mercado interno. Aconteceu no turismo o mesmo que em outros setores da economia: o mercado interno salvou o ano. Numa economia que cresce menos de 1%, ter um setor que cresceu 15% mostra um grande potencial. Com Copa e Olimpíada isso só tende a crescer no longo prazo. Em outros países, o turismo aumentou 15% no ano seguinte ao evento. Clique AQUI para continuar lendo na revista Dinheiro.
Por que o Haiti é tão pobre? A História responde | Miriam Leitão | 16/1/2010 | Em 1804 parecia que a história tinha afinal sorrido para a rica colonia francesa do Caribe. Uma revolução dos escravos levou-os a conquistar o poder e instalar uma república negra nas Américas, a segunda república independente das Américas, depois dos Estados Unidos.
Sete propriedades rurais de Pedra Azul do Aracê, nas montanhas do Espírito Santo (90 quilômetros de Vitória), receberão nos próximos dias a primeira certificação brasileira de Agroecoturismo: ‘agroturismo vivenciado em propriedades ecológicas’. O selo é uma novidade no Brasil e ainda não tem similar em outros países.


