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	<title>Marketing Profissional &#187; felicidade</title>
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		<title>Etiqueta profissional</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 12:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bento Peixoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Moça, como anda seu visual? Sexy, casual, urbano ou executivo? E você, rapaz? Cheinho, suarento? Em apenas 30 segundos causamos impressão para os outros somente pela qualidade da aparência e do comportamento. Isso mostra o quanto o aspecto visual é importante. A apresentação pessoal é tão importante que vale a pena caprichar nos detalhes, como a escolha  da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Moça, como anda seu visual? Sexy, casual, urbano ou executivo? E você, rapaz? Cheinho, suarento? Em apenas 30 segundos causamos impressão para os outros somente pela qualidade da aparência e do comportamento. Isso mostra o quanto o aspecto visual é importante. <span id="more-2083"></span></p>
<p>A apresentação pessoal é tão importante que vale a pena caprichar nos detalhes, como a escolha  da roupa certa para cada ocasião e com a adoção de conduta condizente com seu papel profissional.<br />
A hora de decidir o que usar para ir ao trabalho pode ser um problema. Várias questões vêm à cabeça: se a cor combina com o horário, se o decote é muito ousado, se o jeans é adequado, se a saia está muito justa.</p>
<p>Para o homem essas escolhas são muito facilitadas, porque uma camisa com calça jeans resolve quase tudo na vida. Não por acaso, dizem que Einstein só é visto de roupa com a mesma cor e avental por cima de tudo porque detestava escolher roupa para ir trabalhar. Se o encontro pede formalidade, é só trocar para um blaser ou traje social que tudo se resolve. Temos observado que o único problema que o homem enfrenta ao se vestir não está na roupa. Está no sobrepeso. As sobras podem atrapalhar a autoestima e alguns interlocutores preferem se encontrar com pessoas que transmitam saúde. Então, com certeza, as mulheres enfrentam problemas muito maiores do que esse quando vão se vestir para ir ao trabalho.</p>
<p>A forma como se veste e os acessórios que usa fazem parte do marketing pessoal de cada um. Mesmo quem não trabalha em grandes empresas precisa tomar muito cuidado com o que vai vestir.<br />
Para não se sentir um peixe fora d&#8217;água no ambiente de trabalho, a primeira regra é que roupas sensuais não combinam com o mundo corporativo. Evitar decotes, roupas justas, barriga de fora, tecidos transparentes, brilhos, saltos altíssimos, maquiagem carregada e perfume forte pode ajudar muito.</p>
<p>A roupa informa muito sobre a pessoa: o  possível nível de escolaridade, a condição econômica, a classe social e a personalidade. Assim, cuidado para não passar a mensagem errada. A roupa adequada para a ocasião pode o colaborar na conquista de um namorado ou de uma promoção na empresa. Então, tome cuidado!</p>
<p>Leia mais em EtiquetaProfissional.com.br</p>
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		<title>Dinheiro traz felicidade?</title>
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		<pubDate>Sun, 25 May 2008 01:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bento Peixoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheiro traz felicidade? Sim, para quem está no topo ou na base da pirâmide salarial. Distante de seus sonhos de consumo, a classe média é a mais infeliz. ISTOÉ 28/5/2008 Rodrigo Cardoso O paradoxo de Easterlin surpreendeu o mundo ao pregar que o aumento da renda não necessariamente propicia bem-estar às pessoas. Pai da teoria, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt; color: #c71418; line-height: 150%; font-family: Verdana">Dinheiro traz felicidade?</span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><br />
Sim, para quem está no topo ou na base da pirâmide salarial. Distante de seus sonhos de consumo, a classe média é a mais infeliz.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">ISTOÉ 28/5/2008 Rodrigo Cardoso<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p></o:p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><img width="598" src="http://www.marketingprofissional.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/05/rendabrasil.jpg" alt="rendabrasil.jpg" height="373" style="width: 496px; height: 319px" /></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">O paradoxo de Easterlin surpreendeu o mundo ao pregar que o aumento da renda não necessariamente propicia bem-estar às pessoas. Pai da teoria, o economista americano Richard Easterlin chegou a esta conclusão, nos anos 70, ao estudar o Japão no pós-guerra. Naquele país, onde a produção per capita aumentara 700% em 20 anos, a população se dizia mais insatisfeita afetivamente. Desde então, a discussão sobre se dinheiro traz ou não felicidade saltou o muro acadêmico e, hoje, está em cada esquina. No Brasil, uma recente e abrangente pesquisa feita pelo grupo Catho mediu a satisfação de 41.429 pessoas em todas as regiões do País, em outubro de 2007 e fevereiro deste ano, ante a sua renda.<o:p></o:p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Os dados – que fazem referência a 900 cargos e abrangem 206 profissões – mostram que Easterlin não está errado. Apenas 20% dos pesquisados se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos considerando seus atuais rendimentos, ao passo que mais da metade ocupa a posição de infelicidade. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p><span id="more-129"></span></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Veja outras conclusões: <o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">&gt; São felizes tanto aqueles que ganham entre 1 e 6 salários mínimos (R$ <st1:metricconverter ProductID="415 a" w:st="on">415 a</st1:metricconverter> R$ 2.489) quanto os que têm rendimentos acima de 20 salários mínimos (R$ 8,3 mil)<br />
&gt; São infelizes os que recebem entre 9 e 20 salários mínimos (R$ <st1:metricconverter ProductID="3.735 a" w:st="on">3.735 a</st1:metricconverter> R$ 8.299)<br />
&gt; As mulheres são mais infelizes do que os homens – 62% contra 53%<br />
&gt; No Nordeste, encontra-se o maior índice de satisfação. O Sudeste é a única região abaixo da média de felicidade<br />
&gt; Os infelizes têm entre 31 e 50 anos<br />
&gt; Educação é o segmento econômico em que o bem-estar das pessoas atinge o nível mais baixo<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Economista e coordenador da pesquisa, Mário Fagundes se diz surpreso com o resultado do estudo do qual esteve à frente. “Sempre tive, como profissional da área de remuneração, a sensação de que o salário tinha relação direta com a satisfação”, explica ele. “Mas a pesquisa apontou que o nível hierárquico mais feliz é o da alta direção, que conta com presidentes, vice-presidentes e diretores de empresas cujos salários são de R$ 15.827, <st1:personname ProductID="em média. O" w:st="on">em média. O</st1:personname> segundo grupo mais satisfeito é o de auxiliares e operadores, composto por gente como estoquista de supermercado, servente de pedreiro, operador de máquina e cortador de cana, que ganha <st1:personname ProductID="em média R" w:st="on">em média R</st1:personname>$ <st1:metricconverter ProductID="935.”" w:st="on">935.”</st1:metricconverter><o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Diretor financeiro de um centro de tecnologia global do banco HSBC em Curitiba, Rucelmar dos Reis ganha cerca de R$ 16 mil por mês. Casado e pai de uma menina de sete anos, ele se considera um profissional feliz. A remuneração deu a ele e à família uma casa, dois carros e a chance de fazer turismo fora do País.<strong><span style="font-family: Verdana"> </span></strong><strong><span style="font-weight: normal; font-family: Verdana">“Felicidade é poder materializar nossos desejos. E a renda é o mecanismo mais ágil que permite isso”, diz o economista Nelson Chalfun, da Universidade Federal do Rio de Janeiro</span></strong><strong>.</strong> O paulista Renan Morais, porém, ganha R$ 612 por mês e também se diz muito feliz. Aos 21 anos, ele dá expediente das 7 h às 16 h e cuida do abastecimento e da reposição de produtos do supermercado Carrefour. “Meu salário é suficiente para ajudar em casa e comprar umas coisinhas para mim”, diz Renan.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Por que, então, a renda “compra felicidade” na concepção dos mais ricos e mais pobres e não dos que estão na posição intermediária, na classe média? <o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">A riqueza é um bom negócio para aqueles que têm carências elementares, como saúde, moradia e alimentação, porque, como metaforiza o economista Eduardo Giannetti, professor de história do pensamento econômico do Ibmec São Paulo, o copo de leite que essa pessoa toma todo dia pela manhã lhe dá enorme satisfação, que não será alterada pelo fato de outros desfrutarem do mesmo prazer. Ela se sente realizada se a renda permitir suprir essa necessidade de alimento, por exemplo.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Outra explicação para a alta satisfação entre os mais pobres é, diz Fagundes, da Catho, o fato de o volume de contratações de pessoas que fazem parte da classe baixa ter crescido 60%, entre 2003 e 2007. “O nordestino é o povo mais feliz, por exemplo, porque o Nordeste tem registrado um crescimento econômico muito grande”, afirma Fagundes. “Com mais empregos e mais salários e a ajuda de programas assistenciais como o Bolsa Família, observamos uma explosão nos padrões de consumo, fato inédito na região.”<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Já no Sudeste, uma das explicações que o colocam como a única região brasileira abaixo da média de felicidade é a maior concentração de profissionais que ganham entre 5 e 15 salários mínimos, de acordo com a pesquisa da Catho. Trata-se da classe média, que paga escola, plano de saúde, prestação do carro, muito imposto e não consegue guardar dinheiro. Nesse patamar, o indivíduo já suplantou o degrau das necessidades básicas e tende, a partir de um certo nível de renda, a se preocupar muito mais com a sua posição relativa (dá mais valor à comparação de sua riqueza com a de outros) do que com seus ganhos absolutos.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Para o cidadão da classe média, adquirir um Rolls-Royce depois de anos de trabalho a fio deixa de ter valor se, no dia seguinte à compra, ele se deparar com carros idênticos nas ruas. Sua felicidade, então, estará sempre em um bem ao qual não tem acesso. “É por causa dessa corrida armamentista do consumo que as proporções entre felizes e infelizes não se alteram, embora a renda média por habitante cresça com o passar do tempo”, explica Giannetti. Uma das maiores autoridades nacionais quando o assunto é a relação entre renda e felicidade, ele completa: “E é por isso que, entre os mais ricos, os vitoriosos nessa corrida, há uma proporção maior dos que se declaram felizes.”<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">O mesmo quadro é verificado nos Estados Unidos. <strong><span style="font-weight: normal; font-family: Verdana">Pesquisas mostram que dinheiro traz felicidade para os americanos que ganham anualmente até US$ 20 mil e acima de US$ 80 mil, <st1:personname ProductID="em média. E" w:st="on">em média<strong>.</strong><span> E</span></st1:personname><span>, no hiato desses rendimentos, o bem-estar das pessoas não se modifica. </span></span></strong><o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Entre os britânicos – que estão mais ricos, saudáveis e vivem mais, segundo uma pesquisa divulgada no mês passado pelo Escritório para Estatísticas Nacionais (ONS) – o índice de satisfação caiu nos últimos 30 anos.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Dados do instituto americano Gallup Word Poll, porém, colocam o Brasil como um país feliz. Mais: está entre os 25 mais felizes do mundo e acima dos outros três países que formam os BRICs – Rússia, Índia e China. A pesquisa mediu, em 2007, o índice de felicidade em relação à vida em 132 países. O Brasil é considerado um emergente no quesito felicidade, cujo nível é o mais alto da América Latina e está acima, por exemplo, dos países do Leste Europeu. Em uma escala de <st1:metricconverter ProductID="0 a" w:st="on">0 a</st1:metricconverter> 10, o País atingiu 6,64, mais próximo dos europeus, como a Dinamarca, líder com 8,02, e mais distante dos africanos, como o último colocado Togo, com 3,2. “A redução das desigualdades, da inflação e o aumento do emprego formal ajudam a explicar por que as pessoas aqui se dizem felizes”, diz Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). “Essas boas razões conjunturais estão fazendo o brasileiro olhar mais para o País e menos para o próprio umbigo.”<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">Giannetti, do Ibmec São Paulo, concorda que o emprego é que produz maior impacto no bem-estar subjetivo (ou seja, na felicidade) da sociedade. Para ele, <strong><span style="font-weight: normal; font-family: Verdana">a desigualdade de acesso às oportunidades torna o dinheiro mais poderoso na mente de quem ganha pouco e dá um poder desproporcional perante a sociedade aos que ganham muito</span></strong><strong>.</strong> E, para provar que por aqui a renda relativa, ou seja, o status, fala mais alto, ele costuma fazer um experimento em sala de aula. Perguntados se preferem ganhar R$ 100, enquanto as outras pessoas ganham R$ 50, ou R$ 150, enquanto todas recebem R$ 300, 100% dos alunos de Giannetti escolhem a primeira opção. “No segundo caso, receberiam 50% a mais, mas carregariam o carimbo de pobres”, explica o economista.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana">É preciso ter em mente que, em nome da busca pela riqueza, pode-se estar sacrificando relacionamento afetivo, saúde, tempo dedicado à família, amigos e filhos. Um estudo com ganhadores de loteria, na Inglaterra, mostra que os índices de felicidade desse grupo se prolongaram por no máximo dois anos. Depois desse período, o índice de felicidade regride à média geral da população. Conclui Giannetti: “Os determinantes da felicidade humana, provavelmente, estão muito mais na imaginação do que no bolso das pessoas.”<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Veja todos os gráficos da pesquisa em <a target="_blank" href="http://www.istoe.com.br">www.istoe.com.br<o:p></o:p></a></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">*</span></p>
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		<title>O negÃ³cio Ã© ser feliz no trabalho</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 02:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bento Peixoto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na agÃªncia de publicidade paulistana Talent felicidade no trabalho Ã© assunto sÃ©rio. Quem trabalha lÃ¡ conhece de cor e salteado o manifesto escrito por Julio Cesar Ribeiro, fundador e presidente da agÃªncia.Â 1) Assumir que tristeza nÃ£o Ã© parte obrigatÃ³ria do ato de trabalhar. Ficar triste com o trabalho Ã© como ir para o inferno todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 20pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Na agÃªncia de publicidade paulistana Talent felicidade no trabalho Ã© assunto sÃ©rio. Quem trabalha lÃ¡ conhece de cor e salteado o manifesto escrito por Julio Cesar Ribeiro, fundador e presidente da agÃªncia.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Â <o:p></o:p></span><strong><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">1)</span></strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> Assumir que tristeza nÃ£o Ã© parte obrigatÃ³ria do ato de trabalhar. Ficar triste com o trabalho Ã© como ir para o inferno todos os dias. O modelo ideal Ã© trabalhar, rir e cantar.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p>Â </o:p></span><strong><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">2)</span></strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> Ã‰ preciso ter consciÃªncia de que o ato de trabalhar nÃ£o Ã© a coisa mais importante que se pode fazer nesta empresa. Muito mais importante Ã© pensar, Ã© usar a inteligÃªncia no sentido de pensar soluÃ§Ãµes novas, produtivas e gratificantes.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Â <o:p></o:p></span><strong><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">3)</span></strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> Para pensar com produtividade, Ã© preciso ter consciÃªncia da prÃ³pria inteligÃªncia e da prÃ³pria capacidade de realizar. &#8220;A Talent sÃ³ vai ser a maior agÃªncia do Brasil porque eu trabalho aqui.&#8221;<o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p>Â </o:p></span><strong><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">4)</span></strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> A capacidade de resolver problemas estÃ¡ diretamente ligada Ã  capacidade de apaixonar-se por eles. Sem paixÃ£o, tudo o que se produz fica medÃ­ocre.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Â <o:p></o:p></span><strong><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">5)</span></strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> O afeto e a solidariedade geram alegria. Quem nÃ£o gosta dos outros estÃ¡ sempre triste. Quem nÃ£o Ã© solidÃ¡rio produz pouco. Quem nÃ£o gosta do cliente nÃ£o faz sucesso. Estamos no negÃ³cio de pessoas.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Â <o:p></o:p></span><strong><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">6)</span></strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> Afeto, prosperidade e alegria Ã© a melhor proposta de trabalho que alguÃ©m pode fazer.<o:p></o:p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%" class="MsoNormal">Â </p>
<p></o:p></span></p>
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