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	<title>Marketing Profissional &#187; Paulo Storani</title>
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		<title>Como se motivar no trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bento Peixoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Eduardo Carmello]]></category>
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		<category><![CDATA[livro Resiliência]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hora de voltar à realidade: veja como se motivar no trabalho<br />
A Gazeta &#8211; 25/02/2009 &#8211; Fernanda Zandonadi &#8211; fzandonadi@redegazeta.com.br</p>
<p>Despertador toca, o mundo parece uma casa depois de uma noite de festas. A pergunta que não cala: como encontrar motivação para levantar e encarar um novo dia de trabalho? Segundo especialistas, é preciso ter uma meta. Ou seja, quem tem um objetivo, um motivo, vai em frente e colabora consigo mesmo, com a família e com a empresa. O pesquisador Luiz Mota, desenvolve dentro de empresas, a antiga técnica japonesa utilizada pelos guerreiros samurais como forma de treinamentos corporativos.</p>
<p><span id="more-588"></span></p>
<p>Para empresários e funcionários, a recomendação é ter um objetivo definido, saber onde quer chegar. Isso por si só, já estimula o trabalho, assim como os samurais eram motivados para dedicarem as vidas ao aperfeiçoamento de sua arte.</p>
<p>De acordo com ele, a busca da perfeição foi o estímulo desses guerreiros. &#8220;Um samurai sozinho dentro de uma batalha era um indivíduo morto. Por isso, eles desenvolveram um espírito de colaboração e entendiam que a comunicação e a interdependência faziam com que eles tivessem uma força descomunal para as vitórias. Os samurais usavam técnicas que os tornaram invencíveis em todas as batalhas da vida&#8221;.</p>
<p>Para funcionários e empresários, ele recomenda como forma de motivação pessoal e de equipe a máxima dos samurais: enfrente seus inimigos primeiro dentro de sua própria mente. &#8220;Quando uma pessoa enfrenta a si mesma, quando ela vence os próprios temores, se torna uma guerreira tão poderosa que nada pode vencê-la. Nada poder ser pior do que os próprios temores&#8221;.</p>
<p><strong>Seja resiliente</strong><br />
Há ainda quem se sinta desestimulado a voltar ao trabalho por conta do medo da demissão e o clima até certo ponto pessimista que impera no mercado. O consultor organizacional Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos e autor do livro &#8220;Resiliência &#8211; A transformação como ferramenta para construir empresas de valor&#8221;, explica que o momento é único também para ser resiliente no planejamento de carreira.</p>
<p>&#8220;Setenta por cento das pessoas estão receosas com relação ao futuro de seus empregos. Eles não sabem se estão dentro ou fora dos planos de suas empresas&#8221;, afirma o especialista.</p>
<p>Para evitar que seja desligado da organização, ajude-a na superação da crise. Seja proativo, demonstre iniciativa e se dedique. &#8220;Se não tenho certeza do que irá acontecer, darei o melhor de mim, irei focar nos meus talentos e entregar resultados&#8221;.<br />
Ao mesmo tempo, porém, vislumbre um plano B para sua carreira. Por que não realizar aquele antigo sonho de abrir o próprio negócio? Pesquise as oportunidades existentes e os meios para atingir seus objetivos.</p>
<p>Para quem já está insatisfeito há muito tempo com o emprego, por exemplo, talvez esse seja o momento ideal para buscar uma colocação que tenha mais a ver com seus valores e ideais. Ative sua rede de relacionamentos e pergunte aos amigos se sabem de algum oportunidade.</p>
<p><strong>Essencial é conhecer o próprio perfil</strong><br />
O importante, segundo o ex-agente do Bope, Paulo Storani, é conhecer o próprio perfil de trabalho e buscar empresas em que é possível desenvolver essas características. Storani diz que não é preciso ser pessimista. Segundo ele, a história da humanidade, desde os primórdios, é marcada por acontecimentos que fogem da normalidade. &#8220;Depois das grandes crises, algumas pessoas se adaptam às mudanças, buscam soluções para sobreviver de forma a se adaptar ao novo quadro. As outras pessoas ou indivíduos que não conseguem se adaptar, perecem&#8221;.</p>
<p><strong>Caminhos</strong></p>
<p><strong>1-Vença seus medos</strong><br />
Toda pessoa tem que enfrentar e vencer os &#8220;inimigos&#8221; primeiro dentro da própria mente. Quando uma pessoa enfrenta os próprios medos e vence os seus temores, se torna uma guerreira tão poderosa que nada pode vencê-la. Veja a si mesmo como um vencedor, pronto para um novo dia de trabalho.</p>
<p><strong>2-Acredite em você<br />
</strong>Acredite que você é capaz de realizar. Diante de uma situação complicada, tenha visão estratégica do negócio por meio de treinamento.</p>
<p><strong>3-Assuma responsabilidade</strong><br />
Tenha coragem de assumir as responsabilidades. Se seu chefe ofereceu uma promoção, tenha certeza que a empresa sabe que você dará conta do recado.</p>
<p><strong>4-Esteja preparado</strong><br />
Isso fará bem a você mesmo e, à medida que você conhece melhor a empresa onde trabalha, poderá participar mais efetivamente dos projetos.</p>
<p><strong>5-Tenha objetivos<br />
</strong>Saiba o que você pretende realizar, não apenas no trabalho, mas na vida. Tendo em mente o seu objetivo, construa algo em direção a ele. Pessoas motivadas sabem onde querem chegar.</p>
<p><strong>6-Aceite as mudanças</strong><br />
Se for preciso mudar para atingir resultados diferentes, faça. Quanto mais rápido você se pré-dispõe a modificar aspectos de sua vida, mais rapidamente você atingirá seu objetivo.</p>
<p><strong>Postura profissional adequada ao perfil</strong><br />
&#8220;Pede pra sair, pede pra sair&#8221;. O famoso bordão do capitão Nascimento, em Tropa de Elite, tem muito a ver com motivação e crise econômica, segundo o ex-agente do Bope, Paulo Storani, que assessorou a preparação dos atores do filme de José Padilha.</p>
<p>Hoje ele é secretário municipal de Segurança Pública de São Gonçalo, no Rio de Janeiro e faz palestras em todo país sobre motivação profissional. Em relação ao &#8220;Tropa&#8221;, Storani conta que a preparação dos atores que faziam parte do núcleo policial foi baseada na preparação dos policiais do Bope. No fim das contas, restaram somente os que estavam motivados a completar as tarefas e encarar a empreitada.</p>
<p>Segundo ele, isso mostra que a qualidade profissional se consolida em momentos de crise. No filme também foi assim. Os atores foram expostos a muita tensão. &#8220;Para diminuir a possibilidade de erro de o policial chegar no momento de crise e não corresponderem ao que é esperado, isso é feito durante o curso&#8221;.</p>
<p>Para ele, isso se aplica também nas empresas, já que cada uma exige uma postura profissional adequada ao perfil. Empresas muito competitivas pedem profissionais com abordagens mais agressivas de mercado. &#8220;Um profissional que não tem essas características, ‘pede pra sair’&#8221;, relata.</p>
<p><strong>Estar próximo às pessoas ajuda muito</strong><br />
Músico e atendente de uma livraria, Diego Garcia explica que gosta do que faz, mesmo nos dias mais cansativos. &#8220;É divertido, porque vemos pessoas diferentes todos os dias. Por ser músico e gostar de estar próximo às pessoas, isso me ajuda muito&#8221;.</p>
<p><strong>Segredo está em gostar do que se faz</strong><br />
As vendedoras Renata Lyra, 30 anos e Alinne Ávila, 23 anos, são unânimes: adoram o que fazem e sentem prazer em trabalhar. Renata, que é advogada por formação, optou por deixar a carreira acadêmica para se dedicar ao atendimento. &#8220;Gosto de trabalhar com moda, isso me motiva. Não sentia a mesma satisfação como advogada. Abri mão do Direito para vender e me encontro no que faço&#8221;. Alinne dá a dica para quem vê no trabalho uma simples obrigação. &#8220;É importante gostar do que faz. Eu, por exemplo, busquei uma colocação em que eu pudesse ficar próxima ao público, porque gosto muito de lidar com as pessoas&#8221;.</p>
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